• Luiz Fernando Arêas

ELE NÃO ESTÁ AQUI, MAS RESSUSCITOU!

Bom dia! É o domingo da ressurreição!

Leia 1Coríntios 15.1-11


ALELUIA! Ele ressuscitou! As palavras do título, proferidas pelo anjo em Lucas 24.6, são a melhor notícia do universo! A cruz está vazia, o túmulo também. Mas Cristo está vivo e um dia voltará para buscar aqueles que são seus. E todo olho o verá, até mesmo aqueles que o transpassaram (Apocalipse 1.7).

Em sua vida, Cristo é um exemplo que nos mostra como viver; em sua morte, um sacrifício satisfatório por nossos pecados; em sua ressurreição, um vencedor; em sua ascensão, um rei; em sua intercessão, um sumo sacerdote.

Martinho Lutero, 1483-1546

A Bíblia relata pelo menos 13 ocasiões em que Jesus apareceu depois da ressurreição. Mas nem todos creem nisso. Para alguns, Jesus foi uma lenda mitológica. Para outros, apenas um humano executado que não ressuscitou. Paulo combate essas heresias na primeira carta aos coríntios, e dedica o capítulo 15 especialmente à ressurreição de Cristo.

O tema central do evangelho é apresentado nesses versículos, um texto essencial para a defesa do cristianismo. Os três pontos mais importantes são: 1. "Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras". Sem a verdade desta mensagem, a morte de Cristo foi inútil, e aqueles que creem nele ainda estão em seus pecados e sem esperança. No entanto, Cristo, como o Filho de Deus sem pecado, levou o castigo do pecado para que aqueles que cressem possam ter seus pecados removidos. "As Escrituras" se referem a profecias do Antigo Testamento, como o Salmo 16.8-11 e Isaías 53.5,6. A morte de Cristo na cruz não foi um acidente. Era parte do plano de Deus desde toda a eternidade, a fim de trazer a salvação a todos que creem. 2. "Ele foi sepultado". O fato de Cristo ter morrido é revelado no fato dele ter sido sepultado. Muitos tentaram desmentir a morte real de Cristo, mas ele de fato morreu e foi sepultado em um sepulcro.

3. "Ele ressuscitou ao terceiro dia, de acordo com as Escrituras". Cristo ressuscitou permanentemente, para sempre; seu Pai o ressuscitou dentre os mortos “no terceiro dia”, como observado nos Evangelhos (sexta à tarde e domingo de manhã - três dias na contagem de tempo pelos judeus). Isso também ocorreu "de acordo com as Escrituras". Jesus citou o profeta Jonas em Mateus 12.40 (veja Jonas 1.17) para mostrar a conexão com “três dias” conforme profetizado no Antigo Testamento. O Salmo 16.8-11 (e Oseias 6.2?) também prediz a ressurreição do Messias.


As melhores notícias que o mundo já ouviu vieram de um túmulo.

Anônimo A ressurreição de Cristo prova que Ele é, de fato, o Filho de Deus.

“...e que mediante o Espírito de santidade foi declarado Filho de Deus com poder, pela sua ressurreição dentre os mortos: Jesus Cristo, nosso Senhor.” (Romanos 1.4)

A ressurreição de Cristo prova que Seu sacrifício pelo pecado foi aceito e que a obra da salvação foi completa.

“Portanto, mas também para nós, a quem Deus creditará justiça, a nós, que cremos naquele que ressuscitou dos mortos a Jesus, nosso Senhor. Ele foi entregue à morte por nossos pecados e ressuscitado para nossa justificação.” (Romanos 4.24,25)

A ressurreição de Cristo prova que podemos viver uma vida nova.

“Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova.” (Romanos 6.4)

A ressurreição de Cristo prova que Ele é o Juiz que, um dia, virá e julgará o mundo.

“No passado Deus não levou em conta essa ignorância, mas agora ordena que todos, em todo lugar, se arrependam. Pois estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio do homem que designou. E deu provas disso a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (Atos 17.30,31)

Portanto, vivamos uma vida coerente com a ressurreição de Cristo.

A ressurreição de Jesus requer não nosso aplauso, mas nossa lealdade; não nossos cumprimentos, mas nossa rendição.

J. Blanchard, 1932

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